Full Blast

Peter Brötzmann: sopros
Marino Pliakas: contrabaixo elétrico
Michael Wertmüller: bateria

O grupo Full Blast iniciou suas atividades no ano de 2004 e, desde então tem atuado intensamente. O trio é formado pelo lendário Peter Brötzmann, que neste ano completa 75 anos, pelo baixista Marino Pliakas e o baterista Michael Wertmüller, todos músicos de ampla atuação tanto no âmbito do free jazz / improvisação livre quanto no da música contemporânea de concerto. Lançaram vários álbuns, entre eles Full Blast (2006), Black Hole (2009), Crumbling Brain (2010) e Sketches and Ballads (2011). Neste ano estão lançando um novo álbum de estúdio, “Risc”.

Peter Brötzmann
Uma das figuras centrais do free jazz e da improvisação livre europeia, com quase 50 anos de carreira e mais de 100 álbuns lançados. Em 1968 lançou o álbum “Machine Gun”, com seu octeto (junto a músicos como Han Bennink e Evan Parker), marco da improvisação europeia, caracterizado por uma prática musical energética, agressiva e ruidosa. Também tocou com músicos como John Zorn, Derek Bailey, Anthony Braxton.
http://www.peterbroetzmann.com/

Marino Pliakas
Nascido em 1964, estudou violão no Conservatório de Zurique e História na Universidade de Zurique. Atua nas áreas de música contemporânea, free jazz / improvisação e avant-rock. Além do Full Blast, toca com grupos como Steamboat Switzerland, Die Firma (quarteto de cordas de improvisação), além de ter colaborado com músicos como Stephan Wittwer, Mösiöblö, Caspar Brötzmann, John Cale, Robert Dick, Terry e Andy Ex, Flea, Nick Franglen, Fred Lonberg-Holm, Steve Noble, Larry Polansky, Jim O’Rourke, Ken Vandermark, Trevor Watts, e outros. Foi presidente da seção de Zurique da ISCM – Sociedade Internacional de Música Contemporânea.
http://www.marinopliakas.com/

Michael Wertmüller
Ativo tanto como compositor de música contemporânea de concerto quanto como músico de free jazz / improvisação, Wertmüller estudou na Swiss Jazz School (1982-85), na Universidade de Artes de Berna e no Conservatório de Amsterdão. Estudou depois com Dieter Schnebel, que aponta que a música de Wertmüller “é, por um lado, pura força bruta e, por outro, especulativa”. Tocou com músicos e grupos como Alboth!, John Cale, Bill Laswell, Blixa Bargeld, Jim O’Rourke, Chicago Tentet, Caspar Brötzmann e Mouse on Mars.
http://www.michaelwertmueller.com/

16 de julho (sábado), 21h
SESC Consolação : Teatro Anchieta